Incrível como tem coisas que são únicas, individuais, que cada ser pode sentir de formas diferentes dentro de si. Assim como a felicidade dentro de ciclano não é igual à felicidade de clanoci.
Como existem prazeres únicos na vida, momentos únicos, momentos únicos.
Em cada alma, em cada corpo, em cada milímetro de vento que passa por cada rosto do dia, cada fato é único.
Eu penso muito nisso e outro dia cheguei a uma conclusão definitiva. Vamos a um caso hipotético:
Uma mulher andando de trem para o trabalho não presta atenção nos corpos que a cercam. Certo, ela não vê, não enxerga a energia das pessoas. Não presta atenção nas árvores caídas pela estrada ao lado da linha, ou não repara em um casal de idosos sentado à sua frente (talvez até preste atenção na bolsa de uma mulher, pensando talvez em como o objeto não combina com a roupa ou o sapato, ou em como a outra mulher fica vulgar com tal batom - Me pergunto se ela presta atenção na mulher). Ela não enxerga. É o pior tipo de cegueira. A de ver sem enxergar. Um belo dia, essa mulher, dentro de sua bolha, de seu mundo, repara que está na hora de enxergar e reparar em cada pessoa que passa. Ela vê como o mundo é amplo, como há diversos tipos de pessoas, cada uma única de seu jeito.
Eu não sou essa mulher, mas poderia ser, como tantas outras são. No entanto, acho que é mais divertido enxergar além de ver. E é essa a conclusão definitiva a qual cheguei outro dia: cada rosto que vemos na rua nós vemos porque temos que ver, porque essa pessoa tem algo a nos dar. Independente se é pobre, feio, suja ou bonito demais. É porque devemos que vê-la.
Penso muito nisso. Voltemos ao mesmo caso hipotético:
Essa mesma mulher pegou um trem cheio em uma das idas ao trabalho. Eram muitos braços erguidos para equilibrar seus corpos-mãe, eram muitas as barreiras para ver o mundo. Mas, aos poucos, ela enxergava alguns rostos. Esses rostos eram para ela ver, eram para ela prestar atenção. Cada rosto, cada objeto, cada sapato, cada janela com sua vista ampla, cada ser e cada energia única.
Bonito como temos de ver tantos rostos e não vemos. Bem, eu sei que vejo além. Eu enxergo. E lamento por aqueles que têm o câncer moral de não enxergar.
julho 29, 2009
julho 26, 2009
Destino, conte-nos sobre as coincidências
Determinismo é um conjunto de coisas que são determinadas desde o início de nossas vidas. Aparentemente, há uma ligação com a astrologia, mas isso não vem ao caso. Aqui trato de Determinismo pessoal, ou Destino para outras pessoas.
Eu não sei o que sou. Nunca soube. Têm dias que me acho um ser tão racional que não consigo saber o que realmente acho. Eu vejo equilíbrio em tudo. Sempre tento ver nas situações o lado bom e o lado mau; assim consigo equilibrar. O problema em equilibrar, de fato, é que se servindo dos dois pratos, você nunca sabe que sabor é o mais gostoso. E fica na decisão de "não comer".
Não me considero indecisa. Acho essa "qualidade" tão feia. Sou uma pessoa decidida o suficiente para saber o que escolher. A grande dificuldade é ter a sabedoria de escolher depois de balancear o fato o suficiente também.
Curioso isso de ser racional. Talvez seja esse o fator para alguns de nós não acreditarmos em destino. Eu realmente não sei o que acho de destino. Têm vezes que ele parece existir de uma forma tão concreta e nítida. Outras vezes são meros fatores resultantes de coincidências. Isso gera grande polêmica.
Hoje acredito que o mundo tem destino e tem coincidências. Por exemplo, desde o nascimento nosso plano está traçado. O destino, em outras palavras. Contudo, ao longo da vida, certas coisas que estão traçadas mudam e são reescritas. Nesse meio tempo acontecem as coincidências. O encontrar com alguém que você nunca encontraria, o dizer algo a alguém ou fazer algo para alguém que você nunca faria. Que não estava programado. E ao final da vida, vemos que nosso destino é feito de coincidências.
Hoje acredito que exista uma destidência. E que a vida é feita delas.
Eu não sei o que sou. Nunca soube. Têm dias que me acho um ser tão racional que não consigo saber o que realmente acho. Eu vejo equilíbrio em tudo. Sempre tento ver nas situações o lado bom e o lado mau; assim consigo equilibrar. O problema em equilibrar, de fato, é que se servindo dos dois pratos, você nunca sabe que sabor é o mais gostoso. E fica na decisão de "não comer".
Não me considero indecisa. Acho essa "qualidade" tão feia. Sou uma pessoa decidida o suficiente para saber o que escolher. A grande dificuldade é ter a sabedoria de escolher depois de balancear o fato o suficiente também.
Curioso isso de ser racional. Talvez seja esse o fator para alguns de nós não acreditarmos em destino. Eu realmente não sei o que acho de destino. Têm vezes que ele parece existir de uma forma tão concreta e nítida. Outras vezes são meros fatores resultantes de coincidências. Isso gera grande polêmica.
Hoje acredito que o mundo tem destino e tem coincidências. Por exemplo, desde o nascimento nosso plano está traçado. O destino, em outras palavras. Contudo, ao longo da vida, certas coisas que estão traçadas mudam e são reescritas. Nesse meio tempo acontecem as coincidências. O encontrar com alguém que você nunca encontraria, o dizer algo a alguém ou fazer algo para alguém que você nunca faria. Que não estava programado. E ao final da vida, vemos que nosso destino é feito de coincidências.
Hoje acredito que exista uma destidência. E que a vida é feita delas.
julho 21, 2009
Gravidade
Encontrei-me em uma nova situação. Estou afundando em meus pensamentos sozinha, entrando nas minhas águas. E assim cheguei à tal conclusão: não gosto da lei da gravidade.
Não gosto porque ela me proíbe de fazer coisas. Do fogo fazer coisas. Das pessoas, dos animais, objetos, da vida de fazer coisas.
Queria ficar de ponta cabeça naturalmente, ficar em pé no teto ou em uma parede comum; ver uma maçã subir a árvore, e não cair dela; voar e não cair; cair sem cair. Flutuar e observar tudo como se não tivesse mais nada. Flutuar por flutuar. Elevar a química.
Parar o tempo. Mas isso não é da gravidade.
Não sei. Queria exatamente isso, aquilo que desconheço, que não posso fazer.
Sou contra zonas de conforto. Sou contra a mesmice, contra a não-mudança. Por mais que goste das coisas do jeito que estão, pela facilidade, gosto de mudar.
Quem sabe um dia não mudo isso e consigo voar...
Quem sabe.
Não gosto porque ela me proíbe de fazer coisas. Do fogo fazer coisas. Das pessoas, dos animais, objetos, da vida de fazer coisas.
Queria ficar de ponta cabeça naturalmente, ficar em pé no teto ou em uma parede comum; ver uma maçã subir a árvore, e não cair dela; voar e não cair; cair sem cair. Flutuar e observar tudo como se não tivesse mais nada. Flutuar por flutuar. Elevar a química.
Parar o tempo. Mas isso não é da gravidade.
Não sei. Queria exatamente isso, aquilo que desconheço, que não posso fazer.
Sou contra zonas de conforto. Sou contra a mesmice, contra a não-mudança. Por mais que goste das coisas do jeito que estão, pela facilidade, gosto de mudar.
Quem sabe um dia não mudo isso e consigo voar...
Quem sabe.
julho 17, 2009
hh
"gentlemen and women of the jury, i was not even her first lover"
O velho Humbert Humbert era um homem frustrado com o amor e com as meninas.
A avançada Dolores Haze era desafiadora e indiferente com coisas que achava conhecer.
E o grande livro "Lolita" conta a história do encontro deles.
O velho Humbert Humbert era um homem frustrado com o amor e com as meninas.
A avançada Dolores Haze era desafiadora e indiferente com coisas que achava conhecer.
E o grande livro "Lolita" conta a história do encontro deles.
julho 16, 2009
O imprevisto
Ah, eu estava realmente com medo do que sonharia a noite passada, e afinal, não houve algo para me preocupar. Eu só fiquei confusa um tempo depois.
Tive dois sonhos essa noite, ou somente um e o outro foi verdade. Foi exatamente isso que me deixou confusa. Fiquei capaz de não saber o que sonhei e o que aconteceu.
O meu suposto sonho, a minha dúvida, foi bem complexo. Eu sonhava que acordava a cada minuto, que em todo momento eu acordava e não conseguia voltar a dormir com facilidade, mas quando realmente acordei, eu não achava que a sensação de estar acordada era como a sensação que tive no "sonho".
O segundo sonho, ou único, foi com o Paul Banks. Eu acho que acordei rindo, porque sonhei que ele era meu namorado, que andávamos de mãos dadas para todo o lado e a Paty estava junto com a gente. Ela falava comigo e eu queria ir com ela pra algum lugar. Esse lugar parecia uma exposição, não sei. E eu puxava o Paul e ele vinha muito devagar. Então eu gritava "Vamos, você está parecendo uma garotinha, está com medo de quê?", e o puxava, puxava e ele nada falava.
Nada do quê imaginei.
O Paul está invadindo meus sonhos. E a confusão também.
Tive dois sonhos essa noite, ou somente um e o outro foi verdade. Foi exatamente isso que me deixou confusa. Fiquei capaz de não saber o que sonhei e o que aconteceu.
O meu suposto sonho, a minha dúvida, foi bem complexo. Eu sonhava que acordava a cada minuto, que em todo momento eu acordava e não conseguia voltar a dormir com facilidade, mas quando realmente acordei, eu não achava que a sensação de estar acordada era como a sensação que tive no "sonho".
O segundo sonho, ou único, foi com o Paul Banks. Eu acho que acordei rindo, porque sonhei que ele era meu namorado, que andávamos de mãos dadas para todo o lado e a Paty estava junto com a gente. Ela falava comigo e eu queria ir com ela pra algum lugar. Esse lugar parecia uma exposição, não sei. E eu puxava o Paul e ele vinha muito devagar. Então eu gritava "Vamos, você está parecendo uma garotinha, está com medo de quê?", e o puxava, puxava e ele nada falava.
Nada do quê imaginei.
O Paul está invadindo meus sonhos. E a confusão também.
julho 15, 2009
Assassina de sonhos
Cada férias que passo acontece algo. Stephanie, lembra-se das férias passadas em que você acordava várias vezes seguidas durante a noite? Ou daquelas férias que você só queria dormir?
Na verdade, eu devo ter problemas entre essas duas palavras: férias e dormir, ou sono – que seja.
Eu não gosto da palavra "férias", nunca gostei. Tentei procurar um significado mais legal, mas o substantivo que fica mais próximo do que quero é "descanso, repouso". Mas então, meu problema nesse período de descanso é o ato de sonhar, em si.
Tudo começou ontem, efetivamente. Sonhei que fomos todos sequestrados por um professor de literatura, que ia nos matar. Eram tantas pessoas que morriam, muitos gritos. Nós eramos em quatro, até que um de nós foi morto e fui eu a escolhida para matar o professor. Uma faca simples, com um segurando seu pescoço e eu apontando a faca. Então o professor se transformou no meu tio. E acordei.
E hoje, sonhei que tinha de matar um homem. Oh, estou me tornando uma assassina de sonhos de fato. No sonho ele estava com um outra pessoa e meu plano era incriminá-la. O matei da forma mais sutil, mas na hora de fugir tudo deu errado. Eu não era uma boa assassina. Fui vista por duas pessoas, desci as escadas quando não sabia em que raios de andar do prédio eu estava quando poderia muito bem ter subido, assim não seria vista. Me escondi no lugar mais visível. Acabei comigo mesma ao ser vista. Então acordei. Acordei com o braço esquerdo paralisado.
Sobre o sonho acho que tinha um significado. Quando eu lê-lo de novo me lembrarei qual era.
Tenho medo de imaginar o que sonharei hoje.
(I am looking all right tonight I think they should go)
Na verdade, eu devo ter problemas entre essas duas palavras: férias e dormir, ou sono – que seja.
Eu não gosto da palavra "férias", nunca gostei. Tentei procurar um significado mais legal, mas o substantivo que fica mais próximo do que quero é "descanso, repouso". Mas então, meu problema nesse período de descanso é o ato de sonhar, em si.
Tudo começou ontem, efetivamente. Sonhei que fomos todos sequestrados por um professor de literatura, que ia nos matar. Eram tantas pessoas que morriam, muitos gritos. Nós eramos em quatro, até que um de nós foi morto e fui eu a escolhida para matar o professor. Uma faca simples, com um segurando seu pescoço e eu apontando a faca. Então o professor se transformou no meu tio. E acordei.
E hoje, sonhei que tinha de matar um homem. Oh, estou me tornando uma assassina de sonhos de fato. No sonho ele estava com um outra pessoa e meu plano era incriminá-la. O matei da forma mais sutil, mas na hora de fugir tudo deu errado. Eu não era uma boa assassina. Fui vista por duas pessoas, desci as escadas quando não sabia em que raios de andar do prédio eu estava quando poderia muito bem ter subido, assim não seria vista. Me escondi no lugar mais visível. Acabei comigo mesma ao ser vista. Então acordei. Acordei com o braço esquerdo paralisado.
Sobre o sonho acho que tinha um significado. Quando eu lê-lo de novo me lembrarei qual era.
Tenho medo de imaginar o que sonharei hoje.
(I am looking all right tonight I think they should go)
am vs pm
tan tan tan tãn dãn dãn, tan...
tã-ran
Essa manhã, desde às 10:10am tem sido agitada. Acordei com um toque seguido da voz do João – não o cachorro, não o tio, o Jão – e com meu braço esquerdo completamente paralisado, tive de me segurar em um só para alcançá-lo. Desci, lavei meu rosto e escovei meus dentes, sentei para tomar meu café da manhã e mais uma vez fui desperta por um toque, dessa vez seguido da voz do VBK, querendo saber se eu tinha "novas informações super secretas", mas não, não tinha.
Tomei meu café da manhã e resolvi ser a primeira real voz que de Martino, Guilherme ia ouvir nesta manhã. E fui, eu o acordei. Ele pode dizer que não estava com raiva por isso, mas sim, ele estava me xingando por dentro.
Da mesma forma que eu fiz com o Jão.
Acaba de anunciar no relógio 11:00pm, não mentira; 11:am.
Feliz aniversário, Raymond. Você está velho e continua o mesmo, meu rapaz.
Raymond Manuel Toro Ortiz, você também é pra sempre.
tã-ran
Essa manhã, desde às 10:10am tem sido agitada. Acordei com um toque seguido da voz do João – não o cachorro, não o tio, o Jão – e com meu braço esquerdo completamente paralisado, tive de me segurar em um só para alcançá-lo. Desci, lavei meu rosto e escovei meus dentes, sentei para tomar meu café da manhã e mais uma vez fui desperta por um toque, dessa vez seguido da voz do VBK, querendo saber se eu tinha "novas informações super secretas", mas não, não tinha.
Tomei meu café da manhã e resolvi ser a primeira real voz que de Martino, Guilherme ia ouvir nesta manhã. E fui, eu o acordei. Ele pode dizer que não estava com raiva por isso, mas sim, ele estava me xingando por dentro.
Da mesma forma que eu fiz com o Jão.
Acaba de anunciar no relógio 11:00pm, não mentira; 11:am.
Feliz aniversário, Raymond. Você está velho e continua o mesmo, meu rapaz.
Raymond Manuel Toro Ortiz, você também é pra sempre.
julho 09, 2009
lioness lion ess leoa le oa
Dormir na casa do meu zé não é uma experiência tão horrenda quanto eu imaginei que fosse.
Às vezes a gente erra.
Fomos no parque pr'eu ensinar a minha pirralha a andar de patins. Me deu uma nostalgia, uma saudade de andar de patins, de sentir o vento no meu cabelo, do gelo, de ser criança. Quero um patins de novo, quero rejuvenescer e sei que nele eu consigo!
Pela primeira vez fui lá, na nova casa. Ela é bem legal, mas quando entrei pela porta dos fundos, achei que fosse uma shit né. E com o passar do tempo, me senti bem lá, me simpatizei.
Fomos eu, a minha pirralha e meu zé pro quarto dele e ele cochilou. A primeira vez que o vi dormir, roncar, ter uma vida normal. Assistimos televisão juntos, mesmo com ele dormindo.
Pela primeira vez eu o vi dando carinho a alguém. À Brunna, à Sabrinne e não duvido muito que quando foi a Fernanda, ela também tinha sido muito beijada, abraçada e curtida. Só eu que não.
Então eu vejo que não sou muito "relacionável", "carinhosa" ou "agraciada de neurônios que auxiliam na demonstração de sentimentos" sozinha, porque ele não é assim. E nunca foi comigo porque eu também sou independente demais para aqueles olhos verdes, não preciso de carinho, minha racionalidade ocupa a falta. Deve ser isso que ele pensa.
Assim, ele acordou. Disse para eu dormir lá, já estava tarde e ele não me levaria até em casa, estava muito cansado; disso eu sabia. Portanto, passei a noite lá.
Foi divertido. Fiquei me sentindo como a Bella.
Eu passei muito tempo assistindo programas da TV paga e olhando pra noite por aqueles grandes vidros da porta que dava para a pequena varanda. O céu estava lindo.
Ele me deu uma calça bem puída dele, confortável demais, a melhor que já dormi; e uma camiseta doidona. Dormi no sofá, bem macio.
De noite vi a Paty mexendo no celular na cadeira na frente da minha 'cama' e quando olhei melhor, eram casacos.
Acordei tão cedo.
Assisti tatuagens e o super programa do David Letterman; queria que o Paul tivesse ido cantar leoa pra mim.
Saímos ontem. Foi legal. Meus dois filhos e eu.
senti saudades da minha mãe. E ela disse que sou agraciada do neurônio dos sentimentos, mas que eu os defendo como ninguém.
E eu os defendo porque sou uma Lioness.
Às vezes a gente erra.
Fomos no parque pr'eu ensinar a minha pirralha a andar de patins. Me deu uma nostalgia, uma saudade de andar de patins, de sentir o vento no meu cabelo, do gelo, de ser criança. Quero um patins de novo, quero rejuvenescer e sei que nele eu consigo!
Pela primeira vez fui lá, na nova casa. Ela é bem legal, mas quando entrei pela porta dos fundos, achei que fosse uma shit né. E com o passar do tempo, me senti bem lá, me simpatizei.
Fomos eu, a minha pirralha e meu zé pro quarto dele e ele cochilou. A primeira vez que o vi dormir, roncar, ter uma vida normal. Assistimos televisão juntos, mesmo com ele dormindo.
Pela primeira vez eu o vi dando carinho a alguém. À Brunna, à Sabrinne e não duvido muito que quando foi a Fernanda, ela também tinha sido muito beijada, abraçada e curtida. Só eu que não.
Então eu vejo que não sou muito "relacionável", "carinhosa" ou "agraciada de neurônios que auxiliam na demonstração de sentimentos" sozinha, porque ele não é assim. E nunca foi comigo porque eu também sou independente demais para aqueles olhos verdes, não preciso de carinho, minha racionalidade ocupa a falta. Deve ser isso que ele pensa.
Assim, ele acordou. Disse para eu dormir lá, já estava tarde e ele não me levaria até em casa, estava muito cansado; disso eu sabia. Portanto, passei a noite lá.
Foi divertido. Fiquei me sentindo como a Bella.
Eu passei muito tempo assistindo programas da TV paga e olhando pra noite por aqueles grandes vidros da porta que dava para a pequena varanda. O céu estava lindo.
Ele me deu uma calça bem puída dele, confortável demais, a melhor que já dormi; e uma camiseta doidona. Dormi no sofá, bem macio.
De noite vi a Paty mexendo no celular na cadeira na frente da minha 'cama' e quando olhei melhor, eram casacos.
Acordei tão cedo.
Assisti tatuagens e o super programa do David Letterman; queria que o Paul tivesse ido cantar leoa pra mim.
Saímos ontem. Foi legal. Meus dois filhos e eu.
senti saudades da minha mãe. E ela disse que sou agraciada do neurônio dos sentimentos, mas que eu os defendo como ninguém.
E eu os defendo porque sou uma Lioness.
julho 04, 2009
récompense
Existem sensações maravilhosas na vida, experiências pelas quais passamos para nos fortalecer,
por em prova a si próprio.
Oh interior, é como se você passasse por um teste importante.
Oh mente, é como se você tivesse estudado para não errar no teste sem perceber.
E afinal, Stephanie, você passa no teste.
E é isso que te deixa tão animada para suportar a próxima vez, para o próximo teste.
por em prova a si próprio.
Oh interior, é como se você passasse por um teste importante.
Oh mente, é como se você tivesse estudado para não errar no teste sem perceber.
E afinal, Stephanie, você passa no teste.
E é isso que te deixa tão animada para suportar a próxima vez, para o próximo teste.
"Disseram que presto atenção nos detalhes, mas se essa vida é uma grande piada, por que eu o faria?"
É uma boa recompensa.
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