maio 29, 2009

Idel, ideal

Tenho lástimas por hoje.
Ainda não consigo compreender a saída da Idel, a ideal.
A avó do Martino, a leãozinho, a nossa querida amiga professora. Mundo injusto!
"Ela sorria com os lábios, não com o coração"
E: "Eu só gostaria de me despedir de vocês, garotas. Adorei ter conhecido vocês"
Nós também, Ideal.
Idel.

maio 28, 2009

Oh, futuro!

Acho que ninguém, um dia em sua vida toda, vai sentir a dor que estou sentindo agora! Ninguém.
Sim, sou a mais louca, a esquizofrênica que um dia ousou imaginar realmente se casar com o homem de sua vida, mesmo ele sendo um cantor famoso.
Oh, futuro!
Acho que ninguém vai conseguir arrumar essa dor que me puxa a garganta, que me sufoca. Que dor lastimável. Dói, dói tanto saber que sua pequena filha nasceu, que o meu sonho quase impossível se tornou o impossível-do-quase-impossível.
Minha mãe me disse "Calma, o que tiver de ser, será" com um ar de riso. Minha avó agora também me acha uma doida, tenta me dizer que chorar é para quem a gente gosta. Qual é o problema em entender, tentar entender, que eu realmente gosto dele? Que eu o amo? Qual é a dificuldade em entender que eu fiz planos para toda uma vida com ele?
Oh, futuro, por que enlouqueceste-me?
Eu deveria saber, deveria. Estava na minha cara que ele ia constituir uma família, que jamais esperaria por mim! Pois, oras, ele sequer me conhece.
Eu não odeio a mulher dele por ser fértil, nem a filha dele. Não sinto raiva.
Sinto raiva de mim... Tanta, mas tanta raiva!
Oh, oh, que dor!
Eu acho que senti a pequena chegando. Acordei com uma música deles na cabeça, coisa que raramente acontece. Ontem, senti mais forte que os outros dias eles próximos de mim. Falei com a Paty hoje sobre meu casamento com ele. E Elena, ah, Elena tem ficado tanto comigo.
Oh, Elena, ajude-me na dor!
Carol, perdão por te fazer me achar uma louca.
Mãe e avó, perdão também.
Essa vida é bandida. E ninguém, nunca, há de entender o quanto.

Parabéns, Gerard e Lyn-z, quero que essa família seja muito feliz.

Oh, querido futuro, SO LONG AND GOODNIGHT.

maio 25, 2009

Adeus sanidade

O relógio, o tempo, o relógio-relógio está me deixando esquizofrênica de uma certa forma inexplicável. Cada instante que olho para ele perco minha sanidade, de gota em gota.
É, um conta gotas. Pois, ao olhar 19:09 parece que demorou uma eternidade para eu fitá-lo de novo e descobrir que ainda eram 19:11. E talvez uma vida até 19:24. Uma coisa, não sei; maçante não é exatamente a palavra... Uma coisa conta-gotas. E a cada milésimo de segundo me despeço.
Despeço?
Desse lado da vida. O lado são talvez. Oh, Ausência, nesse lado você existe. Entretanto, no lado em que dou boas-vindas, não a vejo. Vejo tudo tão alto e distante nesse novo lado. Tudo tão confortável. Fecho-me com toda animação na frente de uma teletela, com uma grande blusa preta e coloco a minha química para descansar (ordem estabelecida pelo outro lado), para chegar ao outro lado. Um acordo muito bem feito, digo.
Posso descrever o novoutro lado como o espaço, cheio de pontos brancos no negro horizonte, com faixas que ficam coloridas as vezes, mas que sempre voltam ao branco-paz. Onde eu me afogo. Afogo feliz. Digo "Adeus sanidade" e mergulho para minhas químicas.
De repente, o relógio que avisava 20:03 em questão de segundos anunciou 20:11. De repente, 20:24.
Relógio bobo.

maio 20, 2009

água

Hoje, ao tomar meu banho, descobri que foi a momento mais agradável do meu dia. Descobri que amo a água morna-quase-quente, que se pudesse, passaria horas e mais horas embaixo dela. E fiquei me perguntando "poxa, a água poderia ser um bem inesgotável", que não "tivessemos que pagá-la por quantidade" e que "a água poderia muito bem ser exatamente como o ar, o vento, as brisas que partem do norte. Poderia ser algo que teríamos sempre e sem pagar". É possível que todos vivamos em um mundo 1984.
Já me deparei por muitas vezes pensando nisso, até. E se todos falamos uma novilingua, ou talvez, todos sejamos completamente manipulados por teletelas, e ainda, falaríamos um dia que amamos o Grande Irmão. Que muitas pessoas são da Polícia do Pensamento. Que existem pessoas como Winston, Julia e O'Brien por aí. E que a sala 101 é a queda; que vós sois os mortos.
A água deveria ser algo inesgotável em 1984. O que invejo.
Fui para um palco. Um lugar iluminado, onde só eu estava. Na verdade, não estava só. Realmente sentia alguém ali, que me acompanhava em cima do palco, seguia meus movimentos. Mas não vi, não sei dizer. Dancei, dancei como nas antigas épocas, com The Scale tocando. E sim, agora é certeza que tinha alguém comigo. Alguém que pegava minha mão. Então, ao esconder meu rosto com uma rosa, abri os olhos e vi que estava no chuveiro. Na minha água.
Desliguei tudo, saí do banheiro. Mas por favor, quem me mandou o palco, a música, tudo, mande de volta. Que momento agradável.

Senti a mão na minha. Senti e senti.

Durmo em nuvens de fogo.

maio 17, 2009

wrong

Você está tão ralé, tão largada e ao mesmo tempo tão aquariana. Sua índole tem estado instável. Não tem motivo, você acha – hoje. É engraçado, sabe, porque isso não é crise existencial.
Conseguiu ler o Geração Trianon, terminou o fichamento, falta pouco para acabar Admirável Mundo Novo, e você tem que dizer aqui: não é leitura por obrigação, mesmo dizendo "tem que ler", não é. Ah, daqui a poucos, talvez ainda hoje, comece O Chefão que o VBK te emprestou.
Assistiu Wrong do Depeche Mode de novo e não consegue tirar o "wronnng" da cabeça. É uma boa música, digo, e o clipe, ah... o clipe é esplêndido. Você faria um filme.
Tem um barulho chato aqui do teu lado, parece o tic tac incerto de um relógio desajustado, não sabe. Curioso. Parou. Estou escutando agora os roncos doidos da Millie que está apossada de sua cama. Vai escutar Wrong de novo daqui a pouco, porque ô música boa.
O tic tac sem ritmo voltou e voltou para te irritar.
Está com a perna direita dolorida, uó. Jogar futebol e conseguir defender é muito legal, mas é melhor quando se faz alongamento. Lembre-se na próxima vez.
As mentiras erradas, nos sentimentos errados. WRONNNG

cegar como nos cegam?

Wronnnng

maio 14, 2009

bandit's life

está a morrer.
memória bandida!

maio 12, 2009

Stephanie, você está a ponto de se descabelar se não ler logo Lolita. Por enquanto está se contentando com algumas cenas do filme de 97.

maio 11, 2009

Ah, Stephanie, hoje foi divertido. Vocês foram tocar, tocaram Evil do Interpol até cansar – diga ao mcr que você de jeito algum os está traindo. Não demorou muito para Carol pegar na guitarra, a Paty pegou em menos de 5min o baixo e você, bom, você não conseguiu tocar porque não encontrava o raio do padrão, mas cantou. Você não se dá um pingo bem com o microfone.
Na volta vocês fizeram Transforma no meio da rua e uma mulher de verde que passava – que vontade de rir – se assutou quando vocês paralisaram. A Paty prometeu fazer com vocês amanhã.

maio 09, 2009







você saiu com o zé hoje para comprar o presente da tua mãe.

maio 08, 2009

Finalizando
Que sonho horrível o de hoje.
Sonhou que sonhava e que não dormia. E com uma menina assustadora de tutu negro de bailarina.
Oh, que sonho terrível.

maio 04, 2009

Ritmo 11, eu hei de te vencer!

D-A-N-E-SE
vou terminar o fichamento.
tchau stephanie